Fernando Mansur – Projetos Web

Jornada semanal – menos trabalho, menor poder de compra !

Nos últimos meses, reverbera no Congresso Nacional a discussão sobre a redução da jornada semanal de trabalho, por meio de projeto de lei. O governo federal defende a mudança do atual modelo, que é de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1) para cinco dias de trabalho e dois de descanso (5×2). Paralelamente, provavelmente como ensaio indutor, tramita proposta ainda mais ousada, que sugere quatro dias de trabalho e três de descanso (4×3). A Câmara ameaça aprovar uma PEC sobre o tema, que não depende de sanção presidencial. Em fevereiro passado, escrevi um artigo sobre a questão, alertando para o risco de uma decisão precipitada, baseada apenas em debates superficiais, sem qualquer base científica sobre tema tão delicado. O Brasil é, e ainda continuará por muito tempo, a ser o “país do futuro”, que nunca chega! A nossa economia, a despeito de nossa grandiosidade espacial, populacional e de todos os nossos recursos naturais, continua patinando entre a 10ª e a 11ª posição no mundo. Nossa renda per capita, desastrosamente, flutua entre a 79ª e a 89ª classificação.  A educação básica em nosso país é sofrível! De acordo com o PISA 2022 (Programme for International Student Assessment), ostentamos a 65ª posição em matemática; a 62ª em ciências; e a 52ª em leitura. Estamos entre os 81 países considerados abaixo da média pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). O salário médio mensal no Brasil, em 2026, situa-se no 81º lugar (US$ 418). Nosso Salário Mínimo é R$ 1.621,00; o do Paraguai é R$ 2.331,46. Ainda assim, o debate é sobre trabalhar menos pelo mesmo preço.  Os defensores da medida vislumbram mais qualidade de vida para os trabalhadores e, sem dúvida, a permanência deles no poder. Minha avó já dizia, quando estávamos sem nada para fazer, que “cabeça vazia é oficina do diabo”. Mas eles defendem mais tempo para estudo, descanso e lazer, como fórmula redutora de estresse e aumento da produtividade. Não apresentam, no entanto, qualquer estudo científico que o confirme. Sustentam, ainda, que a medida estimulará a criação de novos postos de trabalho para suprir o ócio dela resultante.   Os críticos da proposta garantem que ela alimentará nosso desequilíbrio econômico; que o mercado de trabalho já conta com o acordo coletivo como forma legal de ajuste da carga horária de acordo com as peculiaridades de cada setor ou região; que a imposição uniforme da redução vai encarecer a mão de obra e aumentar custos operacionais, comprometendo a competividade, além de dificultar trabalhos de atendimento ininterrupto, como supermercados, restaurantes, serviços de lazer e de atendimento à saúde e emergências em geral.   Outro ponto, ainda não discutido, é o impacto sobre o poder de compra dos próprios trabalhadores em ócio. Embora com mais tempo livre, seus salários continuarão os mesmos. Contudo, como todo nós, terão de pagar mais caro por produtos e serviços, cujos preços subirão com a elevação dos custos empresariais. Ademais, haverá perda proporcional do vale alimentação. A medida também estimula a substituição de mão de obra por tecnologia, reduzindo a oferta de empregos. O melhor, então, é pensar em evolução, não em redução de jornada!

Consumo digital redenha o Mercado Imobiliário.

Nos Estados Unidos, o fechamento sequenciado de muitos shopping centers e outlets nos últimos anos tornou-se símbolo da transformação do varejo. A ascensão doe-commerce reduziu drasticamente o fluxo de consumidores nas lojas físicas, tornando impossível a manutenção de altos custos de aluguel, manutenção e pessoal. Esse movimento não é somente local, ele representa uma tendência global que reposiciona o varejo físico frente à digitalização acelerada do consumo, abrindo espaço para novas formas de ocupação imobiliária. Com o avanço do comércio eletrônico, os espaços antes ocupados por lojas passaram a ser reaproveitados como centros de distribuição e logística. Essa mudança reflete a necessidade de armazenar e movimentar mercadorias em larga escala, garantindo entregas rápidas e eficientes. Nos EUA, grandes espaços destinados ao comércio presencial foram reconfigurados e transformados em fulfillment centers (centros de distribuição), evidenciando uma mudança que deixou de dar prioridade ao varejo físico para atender às demandas da economia digital. A constatação é de que as vendas no varejo caminham para o modelo “phygital”, que integra experiências físicas e digitais. Documentários recentes indicam que até final de 2026 quase a metade dos consumidores utilizará recomendações de inteligência artificial para suas compras, acelerando a transição para o consumo guiado pela personalização. Essa mudança, é claro, não indica que espaços físicos desaparecerão; eles continuarão sendo necessários, mas serão ressignificados como pontos de apoio logístico, e não mais como locais de transações físicas. No Brasil, a intensa expansão do número de shopping centers nas últimas décadas já mostra sinais de arrefecimento. O relatório “Insights 4T25” da Colliers, empresa que lidera na gestão de imóveis comerciais, sustenta que o e-commerce absorveu 4,8 milhões de m² de áreas logísticas em 2025. Ou seja, parte da demanda migrou para galpões e centros de distribuição. Porém os shoppings ainda mantêm relevância cultural e social como espaços de lazer e convivência. Mas sua função como polo de consumo vem sendo desafiada pela digitalização. A vacância aferida nos shoppings foi: classe A, 8,87%; classe B, 7,07%; classe C,11,4%. O preço médio de aluguel por m² foi: classe A, R$ 3.802,00; classe B, R$ 1.698,00; classe C, R$ 1.089,00. Houve redução de empregos no varejo físico, mas aumentou a demanda por mão de obra especializada em transporte, armazenamento e tecnologia. A inadimplência na logística é de apenas 1,6%, o que atrai os investidores e transforma fundos imobiliários voltados ao segmento em investimentos estratégicos. Esses fatos realçam a dinâmica e o crescimento do comércio digital.

Compra de Imóveis como fazer.

Contrary to popular belief, Lorem Ipsum is not simply random text. It has roots in a piece of classical Latin literature from 45 BC, making it over 2000 years old. Richard McClintock, a Latin professor at Hampden-Sydney College in Virginia, looked up one of the more obscure Latin words, consectetur, from a Lorem Ipsum passage, and going through the cites of the word in classical literature, discovered the undoubtable source. Lorem Ipsum comes from sections 1.10.32 and 1.10.33 of “de Finibus Bonorum et Malorum” (The Extremes of Good and Evil) by Cicero, written in 45 BC. This book is a treatise on the theory of ethics, very popular during the Renaissance. The first line of Lorem Ipsum, “Lorem ipsum dolor sit amet..”, comes from a line in section 1.10.32. The standard chunk of Lorem Ipsum used since the 1500s is reproduced below for those interested. Sections 1.10.32 and 1.10.33 from “de Finibus Bonorum et Malorum” by Cicero are also reproduced in their exact original form, accompanied by English versions from the 1914 translation by H. Rackham. Contrary to popular belief, Lorem Ipsum is not simply random text. It has roots in a piece of classical Latin literature from 45 BC, making it over 2000 years old. Richard McClintock, a Latin professor at Hampden-Sydney College in Virginia, looked up one of the more obscure Latin words, consectetur, from a Lorem Ipsum passage, and going through the cites of the word in classical literature, discovered the undoubtable source. Lorem Ipsum comes from sections 1.10.32 and 1.10.33 of “de Finibus Bonorum et Malorum” (The Extremes of Good and Evil) by Cicero, written in 45 BC. This book is a treatise on the theory of ethics, very popular during the Renaissance. The first line of Lorem Ipsum, “Lorem ipsum dolor sit amet..”, comes from a line in section 1.10.32. The standard chunk of Lorem Ipsum used since the 1500s is reproduced below for those interested. Sections 1.10.32 and 1.10.33 from “de Finibus Bonorum et Malorum” by Cicero are also reproduced in their exact original form, accompanied by English versions from the 1914 translation by H. Rackham. Contrary to popular belief, Lorem Ipsum is not simply random text. It has roots in a piece of classical Latin literature from 45 BC, making it over 2000 years old. Richard McClintock, a Latin professor at Hampden-Sydney College in Virginia, looked up one of the more obscure Latin words, consectetur, from a Lorem Ipsum passage, and going through the cites of the word in classical literature, discovered the undoubtable source. Lorem Ipsum comes from sections 1.10.32 and 1.10.33 of “de Finibus Bonorum et Malorum” (The Extremes of Good and Evil) by Cicero, written in 45 BC. This book is a treatise on the theory of ethics, very popular during the Renaissance. The first line of Lorem Ipsum, “Lorem ipsum dolor sit amet..”, comes from a line in section 1.10.32. The standard chunk of Lorem Ipsum used since the 1500s is reproduced below for those interested. Sections 1.10.32 and 1.10.33 from “de Finibus Bonorum et Malorum” by Cicero are also reproduced in their exact original form, accompanied by English versions from the 1914 translation by H. Rackham.